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Fratura de insuficiência ou osteonecrose primária do joelho

O que é fratura de insuficiência ou osteonecrose primário do joelho.

Fraturas de insuficiência do osso subcondral é a mesma lesão que no passado era mais conhecida como osteonecrose primária do joelho. São “trincados” dentro do osso, causados por um ponto de sobrecarga no joelho. Elas ocorrem em geral quando há algum grau de desgaste do joelho, como lesões de menisco, cartilagem ou artrose.

 

Quais são os sintomas da fratura de insuficiência?

O principal sintoma é dor intensa, que tem início súbito, em geral de uma hora para outra. A dor pode ser bem localizada no exame físico pela palpação do osso. Muitas vezes ocorrem sem nenhum desencadeante, mas podem se seguir de um esforço além do habitual ou de um pequeno trauma.

 

Como se faz o diagnóstico?

O melhor exame para a detecção de fraturas de insuficiência é a ressonância magnética, em que pode haver uma reação de sobrecarga no osso (edema ósseo), com ou sem um traço de fratura visível.

Fratura de insuficiência do joelho ou osteonecrose primária
Ressonância magnética mostrando fratura de insuficiência no joelho. A fratura propriamente dita é a linha preta (baixo sinal), e é envolta por reação de sobrecarga, ou edema ósseo, visto como a área mais clara (alto sinal) na medular óssea.

 

Como é o tratamento da fratura de insuficiência?

O tratamento inicial é a retirada parcial ou total de carga do membro acometido, com o uso de muletas, bengala ou andador, de forma que o paciente não esteja sentindo dor ao andar. A evolução é variável, mas a maioria dos paciente tem melhora da dor e resolução total, em um período entre 6 semanas a 3 meses.

Se não houver melhora da lesão, pode haver progressão para um afundamento articular, chamado de osteonecrose primária do joelho.

Em casos que não há melhora com o tratamento inicial, mas ainda não há afundamento, pode ser utilizado tratamento com cirurgia minimamente invasiva, chamada de subcondroplastia, que consiste na injeção de um enxerto ósseo na área afetada, por pequenas incisões e cânulas.

É um procedimento seguro, com incidência baixa de complicações, e que permite uma recuperação rápida. A maioria, mas não todos, os pacientes apresenta uma resposta satisfatória da dor.

Se não há melhora com o tratamento não cirúrgico e já há afundamento da articulação ou alterações por uma artrose grave, pode ser indicada a prótese do joelho, parcial ou total, dependendo do padrão de desgaste apresentado. Quando bem indicada e executada, a cirurgia para prótese é muito segura, e com altos índices de satisfação. (saiba mais sobre o próteses de joelhoclique aqui)

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